sexta-feira, 27 de março de 2015

CNTE participa do 8º Encontro Nacional das Mulheres da CUT


Sob o olhar da paridade, CUT promove o 8º Encontro Nacional das Mulheres. A partir desta sexta-feira (27), o Encontro reunirá em Brasília lideranças dos movimentos sindical e social, além de representantes do governo, como a ministra Eleonora Menicucci. A CNTE participará do evento por meio das representantes: Marta Vanelli (Secretária Geral), Selene Rodrigues (Secretária de Assuntos Municipais), Marilda Araújo (Secretária de Organização), Iêda Leal de Souza (Secretária de Combate ao Racismo), e pelas secretárias executivas Candida Rossetto, Claudir Magalhães, Lirani Franco e Paulina Almeida.

O 8º Encontro Nacional das Mulheres será realizado entre os dias 27 e 29 de março, em Brasília, no Bay Park Resort Hotel, SHTN Trecho 02, Conjunto 05, Projeto Orla. Com a presença de mulheres que representarão 23 estados e 15 ramos, o Encontro terá como principais objetivos:

♀ Atualizar o debate sobre políticas públicas e o papel do Estado para as trabalhadoras da cidade, do campo, da floresta e das águas;

♀ Estabelecer estratégias e ações para incorporar nas pautas e lutas da CUT o trabalho reprodutivo, que é indispensável para a manutenção da vida;

♀ Debater estratégias e estabelecer ações para a aplicação da paridade;

♀ Fortalecer a organização e a mobilização das mulheres para avançar em direitos e ampliar a luta feminista.

O credenciamento das delegadas e delegados terá início às 11 horas do dia 27.

PROGRAMAÇÃO

Dia 27 de março – sexta-feira

11h – Início do credenciamento

15h – Mística de abertura

15h30 - Mesa de Abertura

Eleonora Menicucci - Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres

Vagner Freitas – Presidente da CUT

Rosane Silva – Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT

Amanda Villatoro – Secretaria de Política Sindical e Educação da Confederação Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas

Carmen Foro, Sandra Cabral e Luci Paulino (ex - Coordenadoras Nacionais da CNMT/CUT).

Entidades Parceiras: AMB, MMM, SNM do PT, FES, UBM e Centrais Sindicais.

16h30 - Leitura e aprovação do Regimento

17h – Intervalo para o café

17h15 - Mesa 1 - Conjuntura nacional e internacional e os impactos para a vida das mulheres

Amanda Villatoro – Secretaria de Política Sindical e Educação da Confederação Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas

Maria Betânia Ávila – SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia

Dia 27 de março – Sexta-feira - Noite

20h – Confraternização

Dia 28 de março – sábado - manhã

9h - Mesa 2 - Paridade: Por uma nova democracia sindical!

Clarissa Cunha – Vice-Presidenta do Partido dos Trabalhadores

Junéia Batista – Presidenta do Comitê Mundial de Mulheres da Internacional de Serviços Públicos (ISP)

Rosane Silva - Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT

Dia 28 de março – Sábado - Tarde

14h - Mesa 3 - Democratização do Estado, reforma política, democratização dos meios de comunicação e a luta feminista

Tatau Godinho – Secretária de Política para as Mulheres da Presidência da República

Silvia Camurça – Articulação de Mulheres Brasileiras

16h – Intervalo para o café

16h15 - Mesa 4 - Trabalho e Autonomia: A presença das mulheres no mundo do trabalho e a situação das mulheres negras

Marilane Teixeira – Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho - CESIT/UNICAMP

Nalu Faria – Marcha Mundial de Mulheres

Sandra Mariano – Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)

Dia 29 de março – domingo - manhã

9 às 9h30 – Apresentação da proposta de trabalho do dia e apresentação de vídeo

9 às 12h – Trabalho em grupo

14 às 17h – Plenária Final - Aprovação das emendas, balanço e desafios, moções, calendário.

17 h – Mística de encerramento

Com informações da CUT Nacional - Secretaria da Mulher Trabalhadora

quarta-feira, 25 de março de 2015

Movimentos exigem fim do financiamento privado de campanhas


A Coalização pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, que reúne organizações da sociedade civil, como a OAB e a CNBB, e centrais sindicais, entre elas a CTB, entregou, nesta quarta-feira (25), uma petição ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, para pedir que o ministro dê encaminhamento para que Gilmar Mendes libere o processo sobre financiamento público de campanha. Mendes pediu vistas ao processo e há quase um ano impede a conclusão da votação do processo.


Fonte Portal CTB

Trabalhadores em educação de Camacã estão em greve

Os professores de Camacã estão em greve desde 09 de março de 2015. Durante este período as negociações estão sendo realizadas a passos lentos, mas já conseguiram fazer prevalecer os direitos que haviam sidos revogados, mas ainda está com entrave no repasse do reajuste do piso para todos os professores, mesmo provando que o percentual de 13,01% não vai impactar o limite de pessoal, pois a receita do FUNDEB foi atualizada em 15,54% entre janeiro e fevereiro de 2015 em comparação ao mesmo período do ano passado. A gestora do município a senhora Ângela Castro, continua irredutível chegando a oferecer apenas 6,41%, o que fica muito aquém do que determina a legislação vigente.

 POR QUE OS PROFESSORES AINDA CONTINUA EM GREVE?
AINDA NÃO conseguiram os direitos de junho a dezembro de 2014. A Prefeita de Camacã AINDA NEGA os direitos adquiridos com o Plano de Carreira da Lei 552/2005, a saber: Regência de Classe, AC, quinquênio, graduação, pós-graduação, cursos com 200 horas (incentivos a cursos), mestrado, Gratificação da função de diretores e vice-diretores, alteração de local de trabalho ao bel prazer de qualquer um deste período.
AINDA NÃO conseguiram o repasse do reajuste do Piso para todos os trabalhadores. 
AINDA NÃO receberam nenhuma proposta concreta para por fim ao movimento.



É PRECISO SEPARAR O JOIO DO TRIGO


O país atravessa um momento de instabilidade político-institucional com vários atores e situações corroborando para um cenário preocupante.

Por um lado, o governo reeleito pesou a mão no ajuste fiscal ao adotar medidas que não correspondem às expectativas de seu eleitorado, especialmente quanto ao seguro desemprego, às aposentadorias e pensões, aos financiamentos da casa própria e da universidade – políticas que necessitam de correções para evitar desvios recorrentes, porém numa condição de negociação permanente com os atores sociais para não gerar supressão de direitos.

Por outro, a mídia e os partidos políticos conservadores estimulam a deterioração do governo perante a sociedade, com atos capitaneados por grupos de extrema direita e neofascistas que pregam inclusive o golpe militar.

Na passeata da Avenida Paulista, no último dia 15, estava presente a esposa do maior banqueiro do Brasil, dizendo lutar pelos direitos de sua empregada doméstica. Algo no mínimo de mau gosto, diante dos lucros exorbitantes dos bancos e do arrocho imposto por essas instituições a seus empregados. Aliás, a própria empregada doméstica em questão não se encontrava na passeata!

Há na verdade em curso no Brasil uma ampla coalizão de direita para derrubar o projeto democrático popular, que mesmo com contingências ampara-se num modelo de desenvolvimento com inclusão social. E os meios de comunicação são a principal arma da direita no processo de convencimento popular em torno do golpe de Estado, seja na esfera política ou judicial.

O momento exige clareza dos movimentos sociais engajados no projeto de inclusão com geração de emprego e renda. É preciso pressionar o governo para retomar a pauta dos trabalhadores, ao mesmo tempo em que se devem combater as tentativas de golpe promovidas por setores reacionários.

Leia mais em: www.cnte.org.br

domingo, 22 de março de 2015

CUT organiza novas mobilizações

Resolução da Executiva aponta calendário de luta daqui até 1º de Maio. “É nossa tarefa impedir que a direita sorrateiramente amplie apoio em setores populares para o retrocesso



Diante do atual quadro de crise que atravessa o país, a CUT acertou ao convocar e realizar junto com Centrais Sindicais e os movimentos sociais o Dia Nacional de Lutas de 13 de março, que se constituiu num ponto de apoio para todos que querem defender nossos direitos, a democracia, a Petrobrás, a Reforma Política, a Democratização da Comunicação contra as tentativas golpistas manipuladas pela grande mídia e pela direita.

Em todo o Brasil foram milhares de manifestantes em atos massivos e representativos em todas as capitais. Isso apesar das tentativas da mídia em desqualificar nossos Atos, divulgando mentiras sobre militantes pagos, deformando nossa pauta, e convocando abertamente o dia 15 de março.

Levamos às ruas a defesa da democracia, da Petrobrás como patrimônio do povo brasileiro, pelos direitos dos/as trabalhadores/as, em defesa da Caixa Econômica Federal 100% pública; defendemos que o combate à corrupção se faz com reforma política e fim do financiamento empresarial de campanha; defendemos a mudança da política econômica e que somos contra que o ajuste fiscal recaia nas costas dos/as trabalhadores/as (não às MPs 664 e 665). O manifesto que expressou nossa pauta no dia 13 de março pode ser acessado aqui.

Já as manifestações do dia 15, que foram divulgadas intensamente pela mídia, apoiadas pelos partidos de oposição, pela burguesia e pela direita, que manipularam o legítimo apelo popular de combate à corrupção, para dirigi-lo contra o Governo Dilma e o PT, reuniram milhares de pessoas. Em São Paulo, em particular, catracas do metrô foram liberadas, trabalhadores foram pressionados pelos patrões para participar, e houve até mudança do horário de jogo de futebol.

Vamos realizar no dia 7 de abril uma mobilização em defesa dos direitos e contra o PL 4330 (...) Os atos do 1º de Maio ganham enorme importância na conjuntura que enfrentamos e devem ser massivos e organizados com os movimentos que conosco garantiram o êxito do dia 13 de março
Resolução da Executiva Nacional
Essa manipulação permitiu que surgissem propostas antidemocráticas, tais como o impeachment, volta da ditadura militar, ódio e intolerância, racismo, machismo, homofobia, xenofobia, que todos os setores da sociedade comprometidos com a democracia devem combater.

É nossa tarefa impedir que a direita sorrateiramente amplie apoio em setores populares para o retrocesso, explorando o descontentamento que existe na sociedade.

O mandato popular dado a Dilma no segundo turno de 2014 não foi para uma pauta de aumentar os juros e promover políticas recessivas para conter a inflação. Para a CUT, o combate à crise se faz com crescimento econômico, mais empregos e salários, investimento público e ampliação de direitos, o que implica em mudar a atual política econômica. Por isso, vamos manter e intensificar nossas mobilizações com a continuidade da Jornada de Lutas, com nossa pauta, construída conjuntamente com os movimentos sociais.

Para isto, a CUT irá realizar diversas articulações com movimentos sociais, orientando que as suas Estaduais façam o mesmo.

Nesse sentido, no dia 19 de março, a CUT estará reunida em âmbito nacional com os movimentos populares que participaram do Dia Nacional de Lutas de 13 de março para discutir a organização e ampliação da nossa Jornada de Lutas.

Vamos realizar no dia 7 de abril uma mobilização em defesa dos direitos e contra o PL 4330, cuja votação está pautada nesse dia no Congresso Nacional.

Os atos do 1º de maio ganham enorme importância na conjuntura que enfrentamos e devem ser massivos e organizados com os movimentos que conosco garantiram o êxito do dia 13 de março.

O 12º CONCUT, com suas assembleias de base, seminários preparatórios e os congressos estaduais fazem parte desta mobilização geral.

Orientamos que as Direções Executivas das Estaduais da CUT realizem nesta próxima semana reuniões para avaliar as mobilizações realizadas e discutir a organização de nossa Jornada de Lutas do período.

Somos Fortes, Somos CUT!

Executiva Nacional da CUT

CENTRAIS SINDICAIS E MOVIMENTOS DEFINEM AGENDA CONJUNTA DE MANISFESTAÇÕES


O Brasil vive um momento de intensa mobilização e embate político. No contexto da atual onda de manifestações, seja da sociedade civil organizada em defesa da democracia ou da direita golpista, que não consegue aceitar a derrota nas urnas, a luta de classes ressurge de forma literalmente indiscutível. Mais do que apenas os trabalhadores e trabalhadoras, é dever de todos os movimentos progressistas dar uma mensagem alta e clara em defesa da ordem democrática.

Vivemos hoje o dilema imposto entre a continuidade de um projeto mudancista, apoiado na valorização do trabalho e dos direitos sociais, e a manutenção de uma base política cada vez mais avessa à pauta desenvolvimentista. É nosso dever, e de todos os brasileiros comprometidos com o crescimento com justiça social, manifestar apoio aberto e irrestrito à soberania dos resultados eleitorais.

Evidentemente, isso não significa dar apoio aos ajustes impostos pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que em poucos meses de ministério causou danos irreparáveis aos direitos dos trabalhadores. Não há contradição entre apoiar um governo comprometido com o trabalhador e protestar contra medidas que ele eventualmente venha a tomar, como é o caso das MPs 664 e 665. O mesmo se aplica ao PL 4.330/04, que pretende escancarar as terceirizações.

Agenda de lutas

Diante dessa conjuntura, os diversos movimentos sindicais e sociais estabeleceram uma nova agenda de lutas unificada. Diversos representantes da CTB, da CUT, da UNE, do MST, do MTST e outros grupos da sociedade civil organizada se reuniram para debater as repercussões do último domingo, em que uma trágica marcha golpista aconteceu pelo país.

Três datas foram marcadas de forma unitária para promover eventos em defesa de temas caros à população, como a defesa da ordem democrática, a promoção da Reforma Política para combater a corrupção, a defesa dos direitos dos trabalhadores e a condição pública da Petrobras. São elas:

       * No dia 1º de abril, aniversário do golpe militar de 1964, os movimentos se comprometeram a promover plenárias para discutir os impactos da ditadura e denunciar a nova onda golpista que tenta se instalar no país após as eleições de 2014;
      * O dia 7 de abril será o próximo Dia Nacional de Lutas, em que os movimentos pretendem ocupar a Câmara dos Deputados em protesto às Medidas Provisórias 664 e 665, que reduzem direitos trabalhistas e previdenciários, e o Projeto de Lei 4.330/04, que abre caminho para a terceirização de todas as atividades-fim;
        * O 1º de Maio, Dia Mundial dos Trabalhadores, será palco da maior das três manifestações. Os movimentos sociais escolheram concentrar seus maiores atos nesta data.
Todos os eventos terão alcance nacional, dispersos por todos os estados, inclusive o do dia 7 de abril.

Por Renato Bazan - Portal CTB

Fonte: Portal CTB

Eliminar a discriminação racial significa emancipar a humanidade

Até quando a chaga do racismo fará tantas vítimas?
No dia 21 de março de 1960, 20 mil negros sul-africanos marchavam pacificamente para protestar contra a Lei do Passe, medida instituída pelo governo de minoria branca e que obrigava a população negra a portar um cartão que indicava os locais onde era permitida a sua circulação. A polícia do apartheid (política institucional de segregação racial do país, criada em 1948 e extinta em 1994 com vitória de Nelson Mandela à Presidência da África do Sul) abriu fogo contra os manifestantes matando 69 e ferindo 186. A data marcou profundamente a história sul-africana e o fato ficou conhecido em todo o mundo como o Massacre de Sharpeville (cidade onde ocorreu a barbárie).

Pela memória dos mortos e feridos, a ONU (Organização das Nações Unidas) decretou o 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. A Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) foi criada nessa data pela Medida Provisória n° 111, de 2003. Justamente para combater o racismo e dar mais visibilidade aos negros brasileiros. Além de tudo isso, a ONU decretou também no dia 10 de dezembro do ano passado, a Década Internacional de Afrodescendentes.

“Termos datas como essa é importante porque dá visibilidade à discriminação racial e chama a atenção da igualdade perante a lei”, defende Mônica Custódio, secretária de Promoção da Igualdade Racial da CTB. Ela enfatiza, porém que o racismo foi forjado cultural e historicamente no mundo todo. Primeiramente “para justificar a escravização dos seres humanos negros”, revela. Segundo ela, “as manifestações racistas estão cada vez mais nítidas porque os negros deixaram a invisibilidade e estão lutando por direitos iguais”.


De acordo com a ativista e sindicalista, dos anos 1960 para cá muita coisa mudou na questão racial. “O ato de reconhecer a existência do racismo já significa um avanço importante”, garante ela. “O que acaba mostrando a necessidade do entendimento da necessidade de se respeitar a diferença entre os iguais”. Nesses 55 anos que “nos separam do massacre na África do Sul, a ciência mudou em muita coisa e definiu claramente que somos todos humanos, a única coisa que nos difere de outras etnias são algumas coisas externas como cabelos, nariz, etc.”, acentua.


Mônica defende transformações profundas para acabar
 a discriminação (Foto: Fernanda Ruy)
“Mesmo assim, ainda prevalece o eurocentrismo e a tentativa de negação da contribuição do povo negro no mundo”, preconiza. Por isso, Mônica julga importante esses avanços institucionais que tem ocorrido no Brasil na última década de valorização da população negra. Mas como a questão é cultural, “Vemos muita manifestação de ódio ode classe com conotação racista muito marcante no país”, define. “Ainda mais com as políticas afirmativas e de inclusão do Estado brasileiro”.

Para ela, o que ainda pega muito no Brasil é a violência contra os negros. “Em muitos estados e municípios a pena de morte é instituída contra a juventude negra, que está sendo assassinada por nada neste país”, determina Mônica. Ela argumenta com a discussão de projeto sobre a redução da maioridade penal em pauta na Câmara dos Deputados.

“É necessário entrar com muita firmeza nesse debate, porque além de não resolver o problema da violência, diminuir a maioridade penal beneficia somente a escola do crime, dando acesso ao crime organizado a cooptação de jovens”, reforça. “Mais uma maneira de faxina étnica e de deixar os pobres e negros presos num sistema prisional doente”.

Muito importante, para Mônica, “é assegurar a todos e todas o direito à vida em paz e em segurança”.

Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB